Em todos os momentos da História, seja na Antiguidade, na Idade Média, ou no nosso tempo, são as mesmas paixões e os mesmos desígnios que inspiram os humanos. Entender a História é entender melhor a natureza humana.

21 março 2012

Adoro esta frase!

Para mim, escrever é tão divertido como tocar música.

Porque é mesmo isso. Um escritor precisa tanto de escrever, como um músico precisa de tocar música, um pintor precisa de pintar, um escultor precisa de esculpir, um bailarino precisa de dançar. Pode até tornar-se uma obsessão; pode até impedir-nos de fazer outras coisas divertidas; pode até deixar-nos esgotados. Mas é sempre algo que nos faz esquecer as horas e o mundo à nossa volta. É sempre algo sem o qual não imaginamos viver.

5 comentários:

Exilado no Mundo disse...

Admiráveis aqueles que não só escrevem, como ainda compõem, cantam e tocam música de forma exímia. Não são muitos, mas andam por aí alguns. Aproveito o mote (sorry, Cristina...) para divulgar um cubano pouco conhecido em países europeus não espanhóis que me enche as medidas!
http://www.youtube.com/watch?v=qmboJCgturg

Joao Raposo disse...

Quando tinha os meus 17,18 anos adorava escrever. Depois de ler Jorge Luis Borges, desisti, porque nunca conseguiria escrever com aquela facilidade, elegância, profundidade.
Agora que por força das circunstâncias estou impedido de certos esforços, vou recuperando o prazer de escrever (o que não significa que tenha melhorado a qualidade).
Mas escrever é de facto um prazer, como o é conversar.

Cristina Torrão disse...

Exilado, obrigada pela sugestão, hei-de averiguar...

João, quando leio certos escritores e me dou conta que nunca conseguirei escrever assim, também me ponho a pensar se não me ando a armar ao pingarelho. Por outro lado, acho que não devemos desistir facilmente de algo que nos dá prazer. Aliás, o treino também é imprescindível. Sabe-se lá quanto tempo o Jorge Luis Borges teve de treinar para atingir essas facilidade, elegância e profundidade...

Carla M. Soares disse...

para além de que escrever, com ou sem pofundidade, é terapêutico...

Cristina Torrão disse...

Sim. Mesmo que não expressemos directamente os nossos problemas e/ou vivências, é sempre algo do nosso interior que deitamos cá para fora. E isso faz sempre bem.
No caso de outros artistas, é semelhante. Uma obra de arte, valiosa, ou não, é sempre o resultado de energia criativa que se soltou.