Em todos os momentos da História, seja na Antiguidade, na Idade Média, ou no nosso tempo, são as mesmas paixões e os mesmos desígnios que inspiram os humanos. Entender a História é entender melhor a natureza humana.
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9 de junho de 2018

Prémios PORTUGALESER


Infelizmente, não posso estar hoje em Berlim para assistir à cerimónia de entrega dos prémios PORTUGALESER, no Hotel Pestana Tiergarten.


A fim de comemorar os seus vinte e cinco anos, o Portugal Post, o único jornal para portugueses na Alemanha, decidiu distinguir «vinte e cinco personalidades, empresas e instituições que, pela sua atuação, nos mais diversos campos, contribuíram para a dignificação da comunidade portuguesa residente na Alemanha e para o desenvolvimento das relações bilaterais entre o país de origem e de acolhimento. O prémio tem também como objetivo revelar alguns rostos menos conhecidos da comunidade, mas cujo contributo para a sociedade é indiscutível».

Esta é a terceira edição do prémio PORTUGALESER. O nome desta medalha de mérito e dedicação tem a sua origem numa moeda que permite estabelecer uma ligação histórica entre Portugal e a Alemanha.

Por volta de 1500, D. Manuel I mandou cunhar uma moeda de ouro no valor de dez cruzados, pesando cerca de catorze gramas e com um diâmetro superior a trinta milímetros. Foi-lhe dado o nome de “Portuguez”, mas ficou também conhecida por meia dobra.

Imagem daqui

Imagem daqui

Com a fuga de judeus de Portugal e Espanha para a Holanda e Alemanha, nos séculos XVI e XVII, estabeleceu-se uma grande comunidade em Hamburgo. Os mercadores desta cidade hanseática tiveram contacto com o “Portuguez” e ficaram tão fascinados, que cunharam moedas evocativas semelhantes, com um valor de dez ducados, e às quais chamaram “Portugaleser” (ou “Portugalöser”). Ainda hoje, cidadãos eméritos de Hamburgo são homenageados com uma condecoração denominada “Portugaleser”.

E este é o PORTUGALESER que será hoje atribuído pelo jornal Portugal Post:


Desde já, os meus parabéns aos premiados!

6 de junho de 2018

Na Terra dos Caretos



Em Podence, realiza-se o chamado Entrudo Chocalheiro com os famosos caretos. É um Carnaval português genuíno, que fiquei com muita vontade de festejar, depois de visitar a aldeia e a Casa do Careto, não fosse o frio que ainda faz em Trás-os-Montes, nessa altura. Mas até nisso se vê a genuinidade deste Carnaval, pois a vestimenta dos caretos é bem mais apropriada ao nosso clima de Inverno do que os biquínis fio dental das sambistas.


O melhor momento do Euro-festival realizado em Lisboa, para mim, foi o postal de Mikolas Josef, o representante checo, que de facto festejou o Entrudo Chocalheiro em Podence. Agradeço ao meu amigo do facebook Manuel Moreira, que me forneceu o vídeo.

 
E agora deixo-vos com fotografias da minha visita a Podence, bem pertinho de Macedo de Cavaleiros e da praia fluvial do Azibo, e à Casa do Careto (todas as fotografias são de autoria de Horst Neumann).



















4 de junho de 2018

Campos de Cultivo em Trás-os-Montes


Em plena cidade de Macedo de Cavaleiros, do meu 3º andar, tenho vista para estes campos, que os seus donos cultivam com esmero. Na minha última estadia (Abril/Maio), estes agricultores aproveitaram o bom tempo, que se seguiu a um Inverno muito longo e frio, para prepararem os seus campos. Aqui vão as fotografias das terras lavradas e prontas a serem semeadas.