Em todos os momentos da História, seja na Antiguidade, na Idade Média, ou no nosso tempo, são as mesmas paixões e os mesmos desígnios que inspiram os humanos. Entender a História é entender melhor a natureza humana.
19 de agosto de 2013
Debaixo de algum céu
É curioso que, numa altura em que os livros de contos quase desapareceram, o vencedor do Prémio LeYa seja, pelo segundo ano consecutivo, autor de um romance que parece composto por vários contos, ligados por um denominador comum. Em O teu rosto será o último, o denominador comum era uma família; em Debaixo de algum céu, é um prédio onde as personagens habitam.
Lera, noutras opiniões, que o início do romance causa alguma estranheza, devido à quantidade de personagens, mas que, depois de o leitor se habituar, vai gostando cada vez mais. Comigo aconteceu um pouco o contrário: achei interessante saber de várias vidas, logo nas primeiras páginas, mas confesso que me cansou a técnica de andar sempre a saltar de uns apartamentos para os outros. Bem, eu sou suspeita, prefiro uma obra que se dedique, com profundidade, a uma, duas, ou, no máximo, três personagens (excluindo as secundárias). Mas parece que a diversidade de personagens está na moda, como se os escritores tivessem de provar que são capazes de lidar com uma data delas, ao mesmo tempo.
Não deixa de ser, contudo, interessante obter um retrato de um prédio e dos seus habitantes, vidas melancólicas e marcadas pela rotina, como tantas outras. Dão-se tragédias, mas, para alguns, há um final que se pode apelidar de feliz. Por outro lado, soube-me a pouco, há vidas que mereciam mais desenvolvimento.
O grande trunfo de Nuno Camarneiro é, sem dúvida, a linguagem poética. Mas senti falta de uma certa ironia, por um lado, e de mais secura, por outro. Certos "murros no estômago" parecem ser amortecidos por uma almofada de poesia. As figuras de estilo e as técnicas narrativas repetem-se, tornando a escrita um pouco previsível e monótona. Não sei se será esta a escrita mais aconselhável para um romance.
No seu conjunto, um romance bem à portuguesa: poético, triste e monótono... Como o «estrebuchar dos canos» do prédio em questão.
18 de agosto de 2013
17 de agosto de 2013
Os Canadianos devem andar doidos
A polícia canadiana encontrou 40 cobras pitão em várias caixas de plástico num quarto de hotel em Brantford, na província de Ontário. As cobras foram descobertas no quarto de um casal que tinha sido despejado de casa e estavam em mau estado de saúde. Esta descoberta surge 11 dias depois de duas crianças terem sido mortas por uma cobra pitão na localidade de Campbellton, em New Brunswick.
Além de porem em perigo vidas humanas, atitudes destas revelam falta de respeito pelos animais e pela Natureza. E por causa de quê? Ganância? Tentativa de ser diferente?
Animais racionais, pelos vistos!
Além de porem em perigo vidas humanas, atitudes destas revelam falta de respeito pelos animais e pela Natureza. E por causa de quê? Ganância? Tentativa de ser diferente?
Animais racionais, pelos vistos!
Memórias
"Um livro de memórias não é um livro de História, e a visão do memorialista não tem de coincidir com a «verdade» estabelecida, seja a dos registos oficiais, a das teses académicas ou a da vox populi."
Eduardo Pitta, revista Ler nº 125, Junho 2013
Eduardo Pitta, revista Ler nº 125, Junho 2013
16 de agosto de 2013
14 de agosto de 2013
«O tempo que passámos com ele foi um presente»
Um ator morre, de repente, com apenas 22 anos. Notícias destas atingem-nos, de vez em quando. E os motivos são conhecidos: excessos, drogas, uma vida vivida depressa demais, incapacidade para lidar com a fama.
O caso do alemão Jonathan Dümcke parece, porém, diferente. Jonathan sofria de problemas cardíacos, teve de ser operado, logo a seguir ao nascimento. Quando ingressou na escola, com seis anos, tinha já feito quatro operações, a fim de assegurar o fornecimento de oxigénio ao seu organismo, que, mesmo assim, se ficou pelos 85%.
Jonathan tinha, por isso, problemas de resistência e a sua vida de ator era cansativa. Começou a atuar em séries televisivas com nove anos e chegou a participar num filme, em 2006. Em casos destes, perguntamo-nos se são os pais, mais do que os filhos, que procuram a fama, tentando realizar os seus sonhos através dos rebentos, roubando-lhes o direito a uma personalidade própria.
Segundo o pai, ser ator era o grande sonho de Jonathan, era-lhe mais importante do que a própria saúde. E a família apoiou-o, apesar de saberem que a vida dele estava constantemente em perigo, pois, o mais importante, seria saberem-no feliz. Neste caso, estaríamos perante pais corajosos, capazes de uma grande prova de amor, que os pais que se sentem donos dos filhos não estão em condições de dar.
Jonathan passava férias em Itália, com a família. No seu último serão, depois do jantar, no hotel, deram-se as boas-noites e o jovem foi para o seu quarto. O próprio pai o encontrou, no dia seguinte, morto, à entrada da casa-de-banho. E, apesar do desgosto, sente-se grato pelo tempo que lhe foi dado passar com o filho, ao classificá-lo como presente. Na minha opinião, uma bonita homenagem.
12 de agosto de 2013
Naquele Tempo (21)
Mas a dificuldade de distinguir a História da Epopeia continua até hoje. Foi preciso uma profunda alteração política para que a História propriamente dita fosse possível nas universidades, mas parece ser ainda difícil fazê-la penetrar nos discursos políticos, na imprensa e na vida pública. O mito insinua-se constantemente nas comemorações de factos gloriosos do passado e seduz poderosamente as comissões encarregadas de as promoverem. Reveste-se, então, das cores sedutoras de «busca da identidade nacional».
(...)
De facto, o tratamento da figura de Afonso Henriques produziu em Portugal os mais curiosos resultados desde que a crítica histórica penetrou entre nós. Inconscientemente, mesmo os historiadores que professavam um racionalismo militante se empenhavam na tentativa de dotar alguns dos grandes mitos nacionais de uma efectiva consistência histórica. Tornar o imaginário não só verosímil mas também real, pelos métodos seguros, científicos, escrupulosos, do positivismo e da erudição mais exigentes - eis o grande empenhamento, o persistente esforço de muitos dos nossos mais veneráveis historiadores nacionais, desde a época romântica até aos que ensinaram nas academias e universidades nos anos 40 a 60 [do século XX], e cujos propósitos foram seguidos por não poucos vulgarizadores de efectivo mérito científico até aos dias de hoje. Uma das suas figuras predilectas foi, naturalmente, a do fundador da nacionalidade.
As três faces de Afonso Henriques, págs. 456/457
9 de agosto de 2013
Da nossa relação com os animais V
Recebi esta fotografia por email (num conjunto que mostrava outras situações de amizade entre pessoas e animais) e tornei a vê-la no blogue da Vespinha, em que ela nos diz que um hospital deixou que um doente terminal fosse acompanhado nos seus últimos dias por um dos seus melhores amigos. É uma fotografia que nos comove, mas, e como um comentador da Vespinha refere: seria possível acontecer tal, num hospital português?
As qualidades terapêuticas dos animais vão sendo cada vez mais conhecidas. Já aqui falei nelas, por várias vezes, inclusive em cães que, na Alemanha, ganham o estatuto de «cão da escola» e ajudam os professores a formar e a preparar as crianças para a vida. Mas o que vem sendo muito praticado, neste país, é o uso de animais em lares de idosos.
Resolvi, finalmente, dar isso a conhecer, depois de lida uma reportagem sobre Leo, um Jack Russell Terrier, que, uma vez por semana, visita pacientes idosos na ala de um hospital que funciona como um lar, onde esses pacientes podem ficar a recuperar, depois de terem tido alta e quando ainda não se sentem com forças suficientes para irem para casa.
O hospital fica no norte da Alemanha (Emsland). Leo é um cão terapêutico certificado e pode, inclusive, deitar-se na cama de alguns pacientes. Pertence a uma enfermeira de cuidados paliativos e teve de superar, com bravura, vários testes de stress, provando ficar sossegado, mesmo quando lhe berravam ou o assustavam.
Uma senhora de 85 anos, que recupera de uma operação ao coração, está sempre à espera do dia em que Leo a vai visitar. É o seu dia de felicidade, diz ela. Sente falta dos animais que sempre teve em casa, pois o falecido marido era veterinário.
Um outro paciente gosta de ter Leo ao cólo, para lhe dar guloseimas. Uma das enfermeiras revela-se encantada com as mudanças que o cão opera em certos pacientes. Pessoas caladas, depressivas e desinteressadas, de repente, começam a sorrir e a conversar.
Já aqui disse, algures, e torno a lembrar: sendo Portugal um país em que há tantos idosos a queixarem-se de solidão e tantos animais abandonados, não seria uma boa ideia sensibilizar aqueles a adotarem um animal, em programas assistidos, ajudando, assim, a resolver dois grandes problemas?
8 de agosto de 2013
Editora alemã abre falência
A
prestigiada editora Suhrkamp, fundada em
1950 e cheia de tradição no mundo literário alemão (Bertolt Brecht e Hermann
Hesse fazem parte do seu catálogo) abriu falência. Nesta
notícia (em alemão) se diz que os postos de trabalho estarão garantidos, já
que se prepara o resgate da editora, através da sua transformação numa
sociedade anónima.
É
curioso verificar que está programada, para 2014, a edição alemã de O TeuRosto Será o Último, de João Ricardo Pedro, vencedor do Prémio LeYa 2011,
precisamente pela Suhrkamp, facto confirmado pela editora Maria do Rosário
Pedreira, num
comentário a este post.
Será
que a remodelação da Suhrkamp correrá bem? E, nesse caso, manterá os projetos
anteriores? A bem do reconhecimento da literatura portuguesa no estrangeiro,
esperemos que sim.
7 de agosto de 2013
O síndrome "Shades of Grey" ou tanta luta para nada
A maneira como as mulheres são representadas em livros que surgiram na senda da série Shades of Grey é denunciada pela Sara, nos Desabafos Agridoces. Pondo de parte o tema do momento andar à volta do sexo e a suposta falta de qualidade literária dos livros em questão, a Sara, que nos dá vários links de sinopses de obras deste género, diz: é sempre a mesma treta: mulher virgem e inexperiente que se submete a um tipo, invariavelmente, possessivo e ciumento. E acrescenta: inacreditável que se continue a querer que as mulheres sejam caladinhas, virgens e totalmente obedientes.
O caso torna-se mais insólito por as autoras de tais livros serem mulheres! Depois de tantas batalhas ganhas, a fim de nos livrarmos do estatuto de pessoas menores (que nem sequer podiam votar), como se chega a uma moda destas? Gostarão, de facto, as mulheres de serem subjugadas pelos homens?
Na minha opinião (e como referi no meu comentário ao post da Sara), a luta das feministas andou mais depressa do que as mentalidades, que, contaminadas pela educação de séculos, ainda não se adaptaram à mudança da legislação. Infelizmente, as meninas ainda são educadas para obedecerem, serem boazinhas e, no fundo, se sujeitarem aos homens. É só comparar, em casais que têm um filho e uma filha, a diferença de trato que conferem a cada uma das crianças. Salvo exceções, é a menina que é iniciada nos trabalhos domésticos e ensinada a submeter-se à palavra do irmão, em caso de conflitos. A menina é bem vista quando aguenta adversidades com um sorriso; o menino é elogiado quando leva a sua avante.
Eu não defendo a igualdade dos sexos, eles são diferentes e é indiscutível que a Natureza concedeu a cada um deles funções distintas. Defendo, sim, a igualdade na diversidade, ou seja, as diferenças não podem servir de pretexto para que um dos sexos seja considerado superior (abaixo a veneração da força física! No quotidiano, há outros atributos que são tão, ou mais, importantes) e seja objeto de maior respeito, valor e consideração.
Todos nós sabemos que é dificílimo fugirmos àquilo que nos ensinaram em crianças. Entra-nos no subconsciente e é um caso sério. Passamos uma fase de rebeldia, na adolescência, mas, ao tornarmo-nos adultos, adotamos o retrato dos nossos pais. É só compararmos os nossos amigos e conhecidos (e, muitas vezes, nós próprios) com os pais: profissão, estilo de vida, vícios, hobbies, às vezes, até o número de filhos é igual.
Por isso, seria bom que as mães (principalmente) começassem a educar as suas filhas de maneira diferente, criando-lhes mais autonomia, autoestima e (muito importante) longe da crença de que só são amadas quando se sujeitam e satisfazem os caprichos dos homens!
O caso torna-se mais insólito por as autoras de tais livros serem mulheres! Depois de tantas batalhas ganhas, a fim de nos livrarmos do estatuto de pessoas menores (que nem sequer podiam votar), como se chega a uma moda destas? Gostarão, de facto, as mulheres de serem subjugadas pelos homens?
Na minha opinião (e como referi no meu comentário ao post da Sara), a luta das feministas andou mais depressa do que as mentalidades, que, contaminadas pela educação de séculos, ainda não se adaptaram à mudança da legislação. Infelizmente, as meninas ainda são educadas para obedecerem, serem boazinhas e, no fundo, se sujeitarem aos homens. É só comparar, em casais que têm um filho e uma filha, a diferença de trato que conferem a cada uma das crianças. Salvo exceções, é a menina que é iniciada nos trabalhos domésticos e ensinada a submeter-se à palavra do irmão, em caso de conflitos. A menina é bem vista quando aguenta adversidades com um sorriso; o menino é elogiado quando leva a sua avante.
Eu não defendo a igualdade dos sexos, eles são diferentes e é indiscutível que a Natureza concedeu a cada um deles funções distintas. Defendo, sim, a igualdade na diversidade, ou seja, as diferenças não podem servir de pretexto para que um dos sexos seja considerado superior (abaixo a veneração da força física! No quotidiano, há outros atributos que são tão, ou mais, importantes) e seja objeto de maior respeito, valor e consideração.
Todos nós sabemos que é dificílimo fugirmos àquilo que nos ensinaram em crianças. Entra-nos no subconsciente e é um caso sério. Passamos uma fase de rebeldia, na adolescência, mas, ao tornarmo-nos adultos, adotamos o retrato dos nossos pais. É só compararmos os nossos amigos e conhecidos (e, muitas vezes, nós próprios) com os pais: profissão, estilo de vida, vícios, hobbies, às vezes, até o número de filhos é igual.
Por isso, seria bom que as mães (principalmente) começassem a educar as suas filhas de maneira diferente, criando-lhes mais autonomia, autoestima e (muito importante) longe da crença de que só são amadas quando se sujeitam e satisfazem os caprichos dos homens!
5 de agosto de 2013
Crianças depressivas
Através de imagens de ressonância magnética funcional, cientistas descobriram alterações no cérebro de crianças em idade pré-escolar com depressão que não foram observadas em crianças com o mesmo perfil, mas que não tinham o distúrbio.
O que mais me impressiona, nesta notícia, não é ficar a saber que a depressão provoca alterações no cérebro e, sim, que há crianças entre quatro a seis anos a sofrer de depressão...
O que mais me impressiona, nesta notícia, não é ficar a saber que a depressão provoca alterações no cérebro e, sim, que há crianças entre quatro a seis anos a sofrer de depressão...
3 de agosto de 2013
Pré-Publicação #20
Ninguém
era isento de defeitos, a perfeição
não combinava com a condição humana. O importante era olhar no coração de cada
um. O irmão Ambrósio era um homem bom, como o fora a bruxa do Serro do Cão, o
era a física Hildegarda e a moura
Zaida. Cada um à sua maneira, tentavam compreender a alma humana, respeitando a
sua essência. Dava-se agora conta de como eram corajosos, ao porem os
preconceitos de lado, a fim de ver cada pessoa à luz apenas dos seus olhos.
Tinha sido com eles que ela aprendera o essencial da vida e talvez isso fosse
obra de Deus, que lhe enviava a pessoa certa, na altura certa.
1 de agosto de 2013
Uma luz que nos nasce por dentro
«Na verdade, nunca houve ninguém na minha vida. Às vezes a solidão parecia alguém».
p. 46
Este livro de contos da Virgínia do Carmo não fala só de solidão, também do amor, do desejo, da vida, da morte, da culpa... Apresenta-nos personagens nas suas angústias e medos, cada conto é como que um diálogo interior (à exceção de O Velho do Vale) de alguém perante uma situação fraturante. A linguagem é muito poética, a Virgínia é, acima de tudo, uma poetisa, e só quem sabe escrever poemas podia dizer-nos algo como:
«Mas não sei escrever poemas. Tenho mãos, apenas. Os lábios secaram-se-me e é lá que nascem os poemas. Todos pensam que é nos dedos, mas não. Todos os poetas dizem os seus poemas antes que possam escrevê-los. Por isso as noites dos poetas são de sussurros. De murmurantes descobertas oferecidas à escuridão pelos lábios conscientes».
p. 61
O tom é sempre belo e triste. A Virgínia é exímia a descrever sentimentos, uma autora, sem dúvida, a merecer mais destaque.
«Desejar alguém pode ser uma aventura semelhante a comer caramelos. O sabor é bom. Mas a consistência estraga tudo. Antes de comê-los queremos muito comê-los. Depois de comê-los, desejamos não o ter feito. E quando já não temos força na língua para descolar os bocados encortiçados nos dentes só pensamos no tempo que ainda durará aquele caos encalhado na boca».
Dificilmente se encontrará este livro à venda.Quem quiser contactar com a Virgínia, pode fazê-lo através do blogue da Poética, livraria igualmente com loja online.
Nota: A fotografia da capa é também da autoria da Virgínia
31 de julho de 2013
Letras Portuguesas
Este é o título de uma das rubricas do blogue Ler é Viver. E, no passado sábado, a sua autora, escolheu-me para figurar lá. O meu muito obrigada à Clarinda!
Interessante é, também, a rubrica eu já vi, em que a Clarinda compara capas de livros idênticas. Mas o blogue tem outros pontos de interesse e vale bem uma visita.
Interessante é, também, a rubrica eu já vi, em que a Clarinda compara capas de livros idênticas. Mas o blogue tem outros pontos de interesse e vale bem uma visita.
30 de julho de 2013
It´s a Sony!
Pois, aqui está a solução (desta vez, sem borboletas :)
Muito obrigada pelas vossas participações. Estiveram perto, mas faltou acertar na marca. Pensei que a cor fosse inabitual, para aparelhos destes, mas, afinal, a Carla também tem uma capa assim para o seu Kindle. Apesar de ser sportinguista, tenho um faible pela cor vermelha. E o meu merido sabe-o ;-)
O primeiro download que fiz foi a Blimunda Nº 14, a revista online publicada pela Fundação Saramago. Vamos ver quando irei começar a descarregar e-books. Para já, estou a ver se vou lendo os livros que comprei na minha última estadia em Portugal...
Muito obrigada pelas vossas participações. Estiveram perto, mas faltou acertar na marca. Pensei que a cor fosse inabitual, para aparelhos destes, mas, afinal, a Carla também tem uma capa assim para o seu Kindle. Apesar de ser sportinguista, tenho um faible pela cor vermelha. E o meu merido sabe-o ;-)
O primeiro download que fiz foi a Blimunda Nº 14, a revista online publicada pela Fundação Saramago. Vamos ver quando irei começar a descarregar e-books. Para já, estou a ver se vou lendo os livros que comprei na minha última estadia em Portugal...
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