Em todos os momentos da História, seja na Antiguidade, na Idade Média, ou no nosso tempo, são as mesmas paixões e os mesmos desígnios que inspiram os humanos. Entender a História é entender melhor a natureza humana.

24 dezembro 2011

Um Conto para o Natal

Lido algures

Era uma vez um mosteiro que tinha dificuldades em recrutar novos monges. As zangas eram constantes, na procura da culpa para a situação. O abade resolveu aconselhar-se com um eremita, que, depois de ouvir as suas queixas, apenas declarou: «O Messias está entre vós»!
O abade regressou confuso ao mosteiro e limitou-se a anunciar: «O Messias está entre nós»! Os monges estupefactos desataram a perguntar uns aos outros: «Quem poderá ser? É o irmão José o Messias? Ou o irmão João? Ou o próprio abade? Ou sou eu próprio?»
A partir daquele dia, nada mais foi como dantes. Os monges encaravam-se com respeito, as zangas terminaram, assim como os receios quanto ao futuro do mosteiro. Trabalhavam com afinco, celebravam os Ofícios Divinos com maior convicção e davam mais atenção às palavras da Bíblia. A comunidade exalava a luz de quem, finalmente, encontrou o seu caminho e possuía a esperança de alcançar o seu objectivo.
Os visitantes do mosteiro ficavam impressionados com o espírito que lá se vivia e falavam sobre isso nas suas cidades. Cada vez havia mais gente com vontade de conhecer aquele sítio. Muitos desejavam fazer parte daquela comunidade e tornavam-se monges.

Os resultados podem ser surpreendentes, se respeitarmos as pessoas à nossa volta e se demonstrarmos confiança nas suas capacidades!

A todos os que por aqui passam, desejo um Feliz Natal!


5 comentários:

Bartolomeu disse...

Igualmente, Cristina!
Para ti e para todos que fazem parte e compõem este imenso convento, onde todos e cada um de nós, é o Messias.
;)

Anónimo disse...

Feliz Natal, Cristina Torrão!

Simão Gamito

Cristina Torrão disse...

Cada um de nós é o Messias, Bartolomeu ;)

Obrigada, Simão Gamito!

Exilado disse...

Feliz Natal e um Excelente 2012! (não é fatorial :) )

Cristina Torrão disse...

Obrigada, igualmente, Exilado :)